Em setembro, mês de prevenção ao suicídio, o Diário deu um passo corajoso na luta pela vida: abordou o autoextermínio em uma série de reportagens sobre o tema, que é um tabu. Desde a primeira matéria, a transformação foi imensa: em nós, jornalistas, e em nossa comunidade. O Setembro Amarelo foi, dizem os especialistas que contribuíram para as reportagens, o mais importante da história de nossa cidade.
Repórter de Esportes do Diário relembra episódio solidário de times de rúgbi e futebol americano
Conhecer os pormenores das doenças emocionais, do medo e do preconceito e ouvir de coração aberto as histórias de quem tentou dar fim à vida mexeu muito comigo como profissional e, sobretudo, como pessoa.
VÍDEO: jornalistas do Diário relembram os temporais de outubroA série rendeu dois prêmios importantes ao jornal, mas me fez transbordar em lágrimas diante de outros dois grandes reconhecimentos. Primeiro, o e-mail de uma mãe que perdeu o filho e os motivos para viver, mas me disse que reencontrou no jornal parte da força de que precisava para seguir vivendo. Depois, o relato de uma psicóloga que contou ter recebido, em outubro, dezenas de pacientes que afirmaram ter procurado ajuda depois de lerem as reportagens.Por essas pessoas, sigo firme nessa iniciativa. Em 10 anos de profissão, ajudar a preservar vidas é o que de mais gratificante o jornalismo me permitiu fazer.
15 MOTIVOS PARA LEMBRAR DE 2015
Até a última edição do ano, o Diário mostrará 15 histórias que, durante 2015, mudaram realidades não só dos personagens retratados, ma"